sábado, 25 de outubro de 2008

Expensive but friendly London!

Já em Londres, depois da nossa aventura noturna, saímos da estação pra procurar o albergue que ficava bem perto.

Fomos andando e nos perdemos um pouco, mas achamos o lugar. Ficava muito bem localizado no distrito de Westminster. Na região central de Londres, perto de tudo.
Estava um dia frio e encoberto, típico curitibano, quer dizer, londrino. Mas já esperávamos por isso.

Descansamos um pouco no albergue e deixamos nossa bagagem. Pra não perder o costume, fomos andar pela cidade.
Tivemos uma surpresa na estação de metrô, ou tube como eles chamam. O preço da passagem era 4 libras só de ida! 16 reais pra andar de metrô nem pensar!
Ainda bem que o albergue ficava perto de tudo.
Bem, mais ou menos perto. Era daquela maneira que é longe pra ir a pé, mas caro demais pra ir de metrô.

Comemos um típico café da manhã inglês, com bacon, ovos, lingüiça, feijão e tomate. Ficou mais barato que a passagem de metrô.

Café-almoço em um pub na estação de trem.

Pegamos um daqueles ônibus de dois andares e fomos para a rua Oxford. A rua XV deles, mas sem o calçadão.

Os famosos bouble-decker vermelhos. Mais modernos agora!

Ônibus só no segundo andar.

Lá entramos e saímos de várias lojas. Entramos atraídos pelas novidades e saímos por causa dos preços.
De qualquer maneira, compramos umas lembrancinhas (bem lembrancinhas mesmo).
Resolvemos ir à Harrod´s, a maior loja de departamentos do mundo! Não precisamos dizer que os preços eram proporcionais a loja. Demos uma volta no primeiro andar e saímos fora.

Brevíssima visita à Harrods.

Apesar do susto com os preços, ficamos até impressionados com a educação e simpatia dos ingleses. Todos que tivemos algum contato foram bastante amistosos e atenciosos conosco. Os vendedores das lojas nos trataram muito bem, mesmo quando viam que não compraríamos nada.
Engraçado aconteceu na Hamleys, a maior loja de binquedos do mundo! Existem vários demonstradores brincando e chamando a atenção das crianças. Perguntamos a um deles se havia algum brinquedo do desenho Ratatouille, ele que estava todo sorridente, murchou e disse “no, sorry”.
O tempo feio e o frio não parecem influenciar no humor londrino!

Na Hamleys, brinquedos para crianças de todas as idades.

Era umas 6 da tarde quando estávamos de volta ao albergue, de banho tomado e prontos pra dormir. A noite anterior e o dia foram de lascar e ainda tínhamos muito que andar em Londres.
Pensamos em dois programas diferentes para o dia seguinte. Se chovesse, iríamos pra algum shopping ou museu. Se não chovesse, iríamos tirar fotos dos pontos turísticos.

Para a nossa imensa surpresa, o dia amanheceu limpo! Quase sem nuvens no céu e um sol maravilhoso, apesar do frio cortante.
Era perfeito para andar e tirar fotos.

Do albergue fomos para o Palácio de Buckingham. Tiramos umas fotos e vimos uma placa onde dizia que não haveria cerimônia da troca da guarda. Aquela encenação onde os soldados com aquele chapéu peludo fazem um monte de frescuras.

Um hello para sua majestade.

Como o dia estava perfeito pra fotos, nem nos importamos tanto. Continuamos tirando fotos do palácio e do monumento a Rainha Vitória, que fica na frente.
De repente, vimos um monte de policiais entrarem no palácio. Daqui a pouco, sai uma comitiva e deu pra ver a cabecinha branca da rainha em um dos carros.
Logo depois disso, os guardas começaram a fazer uma movimentação. Eles acabaram fazendo a cerimônia da troca da guarda porque enquanto a rainha está no palácio, ficam quatro guardas a postos. Quando ela sai para o jogo de biriba com as amigas, ficam apenas dois.
Fotografamos e filmamos os guardinhas fazendo toda aquela cena!
Realmente a sorte estava do nosso lado em Londres.

Tiveram que fazer a cerimônia pra gente!

Um papel de parede para o seu computador, diretamente do St. James's Park.

Depois de Buckinghan, fomos para o prédio do Parlamento, onde fica o Big Ben. Filmamos as badaladas das 11 da manhã e também tiramos muitas fotos.
Uma coisa que muita gente não sabe é que o nome Big Ben é do sino e não do relógio.
Outra curiosidade sobre o Big Ben é que durante a segunda guerra, o prédio do parlamento foi todo destruído e só a torre do relógio ficou em pé. Foi reconstruído depois seguindo o mesmo estilo gótico original.

O parlamento e o grande Ben!

Nesse prédio é que acontecem as assembléias da Câmara dos Lordes e da Câmara dos Comuns. Toda quarta-feira o primeiro ministro inglês vai lá prestar contas para o parlamento.

Próximo dali e do outro lado do rio, fica a London Eye, a gigantesca roda gigante mantida pela British Airwais. Uma volta completa leva 30 minutos e em dias com sol a vista do topo alcança 40 km.

London Eye, mudando a linha do horizonte de Londres.

Como já era hora do almoço, fomos num supermercado e compramos sanduíche, doce e um pacote de batatas. Fizemos um piquenique na frente do parlamento, com vista para o Big Ben, como os demais londrinos que estavam ali, of course!!

Pra acabar com as piadinhas, eis o "Big Ben"!

Descansamos um pouco no sol e fomos tirar fotos da Abadia de Westminster, onde foi velado o corpo da princesa Diana. Não entramos porque era cobrado e já estávamos um pouco cansados de ver igreja.

Abadia de Westminster, só por fora.

Depois disso, resolvemos caminhar pelo centro da cidade, em direção da rua Oxford, a mesma do dia anterior.

Os tradicionais black cabs, os táxis pretos de Londres.

Como já era 5 da tarde, era hora do tradicional chá. Como bons brasileiros, queríamos fazer um café das 5. Tomamos um capuccino do Starbucks e comemos um waffle com nutella derretido. A aparência é melhor do que o gosto. Não era nenhum pastelzinho de belém, mas valeu.

Café das 5.

Tinha muita coisa pra ver em Londres ainda, mas a saudade de casa era tanta que resolvemos parar por ali nosso passeio pelos pontos turísticos de Londres.
Apesar dos museus que não visitamos, de não termos ido à Ponte da Torre e nem á St. Paul’s Cathedral, já estávamos satisfeitos. Deixamos algo para ver numa próxima vez.

A vontade de rever a família e os amigos falou mais alto. Voltamos ao albergue, pegamos nossas coisas e fomos para o aeroporto, onde passaríamos a noite.

Passar a noite em aeroporto foi nossa opção desde o início do planejamento, já que o horário do vôo era às 6 da manhã e o aeroporto era longe.Também porque mais uma estadia em Londres ia ficar muito caro.
No aeroporto fizemos uma boa e tradicional refeição inglesa, nos acomodamos em umas cadeiras e ficamos por lá mesmo. Já era mais de meia noite e estávamos ansiosos pra voltar pra casa.

Goodbye with a good english meal.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Aventura pela França!

Nossa viagem para Londres merece uma referência especial.

Como ficaria muito caro ir de trem (520 euros pelo Eurotúnel) ou muito fora de mão ir de avião (as cias aéreas baratas só utilizam aeroportos secundários), resolvemos ir de busão mesmo.
Logo que chegamos a Paris compramos as passagens pela Eurolines e resolvemos o assunto. Pelo menos era o que pensávamos.

No dia de ir embora, pegamos o metrô e fomos para a estação rodoviária. Deixamos pra comer alguma coisa quando chegássemos lá. Entrando na estação, vimos uma placa do Mc Donalds. Ufa, estamos salvos.

Fomos procurar o guichê da Eurolines e descobrimos que só tinha guichê da Eurolines. Chegamos a conclusão que não era uma estação rodoviária, mas sim uma garagem da companhia de onde partem os ônibus para diversos pontos da Europa.

Nosso ônibus era as 23 hrs, e chegamos às 21. O check in começava às 22 horas.
Pensamos como eram organizados, com check in e tudo. Muito legal esses europeus. Fazem check in até pra ônibus! Que organização!

Enquanto esperávamos a hora de fazer o check in, fomos procurar um local pra comer. Achamos umas máquinas de refrigerante, doces e água, que só aceitavam moedas.
Como nós tínhamos uns 20 euros em notas e poucas moedas, fomos atrás da lanchonete que deveria funcionar no local. Como era domingo, estava fechada!

Sem problemas, ainda tínhamos o Mc Donalds que vimos na placa.

Fizemos o check in e corremos no Mc comprar água e uma coca.
Quando voltamos, todo mundo já estava embarcando. Quando olhamos nossas passagens, vimos que não tinha assento marcado.
O ônibus já estava quase cheio e conseguimos dois lugares próximos. Um atrás do outro, mas no corredor.

Quando o motorista entrou no ônibus e disse que ainda tinha lugar, um afro-descendente que estava numa fila atrás da gente falou “I always travel alone”.
Na fila do nosso lado havia um muçulmano com o rosto coberto pela jaqueta, sentado na poltrona do corredor, com a mochila na poltrona da janela, do tipo “não me incomode”.
O motorista afinou, botou o rabinho entre as pernas e voltou pra frente do ônibus.

Saímos de Paris e o muçulmano tratou de deitar nas duas poltronas e esticar as pernas no corredor, inclusive.

A conclusão foi óbvia. Tirando nós dois, uns adolescentes ingleses, e mais uma meia dúzia, o resto lá ou era terrorista ou imigrante ilegal.

Claro que não dormimos e fomos nós chacoalhando pelo interior da França.

Pouco antes de chegar em Callais, onde pegaríamos o ferry boat pra atravessar o canal da mancha, o motorista fez uma curva um pouco mais brusca. Uma senhora começou a bater as mãos e gritar “le bagage, le bagage”.
Nessa manobra, a tampa do bagageiro do lado esquerdo do ônibus abriu e várias malas caíram na auto pista.

O povão acordou desesperado. Apesar da nossa bagagem estar do lado direito do ônibus, poderia ter vazado para o outro lado.

O portuga parou o ônibus por causa da gritaria e viu a cagada que tinha feito.
Enquanto a Clície ficou dentro do ônibus, eu desci e fui falar com o motorista.
O portuga soltou meia dúzia de palavrão dizendo que isso nunca tinha acontecido com ele, etc.
Falou “olha aí ó pá, enquanto dou a ré”.
Eu fui na traseira do ônibus ajudar o portuga a voltar até o local onde as malas caíram.
Tinham várias espalhadas pela pista. Todas atropeladas pelos outros carros.

Quando o povo viu que tinha caído um monte de malas, resolveram descer do ônibus.
O portuga abriu o porta malas e quando vi que a nossa bagagem ainda estava lá, tratei de amarra-las nas barras do bagageiro.

Tinha um cara reclamando que perdeu um notebook e outra mulher chorava por causa da mala dela toda arrebentada.

O motorista fez uma cara “o que se se hais de fazeire”, jogou tudo de volta no bagageiro e mandou todo mundo entrar pra seguir viagem.
A polícia até apareceu, mas não fez muita questão de tomar alguma atitude com o motorista. O policial sabia que se tivesse que investigar direito, ia ter que prender quase todo mundo e não ia mais descansar naquela noite.

Seguimos viagem e o resto até que foi tranqüilo. Até a imigração inglesa foi menos emocionante. Nos liberou rapidamente, pegamos o ferry e atravessamos o canal da mancha.

Infelizmente não temos imagens desse ocorrido, por razões óbvias. Se tivéssemos tirado a filmadora ou a digital da mochila, teríamos ficado sem elas.

Essa foi nossa aventura no busão. Nunca mais reclame se tiver que pegar a Viação Real.

Paris magnifique!

Paris, Paris!


A cidade luz, terra de Napoleão, do povo politizado, revolucionário mas também terra do Moulin Rouge e de caixas de supermercado mal educadas! Só porque a gente não fala merrrrrda nenhuma de francês.

Uma das cidades mais esperadas na nossa viagem. Por isso é natural que tenha muitas fotos. Qual a melhor maneira de descrever Paris, senão com imagens? Voilá!


Tré bien, chegamos cedinho em Paris e quem pensa que trem com cama é confortável, está certo. Muito melhor vir deitado do que chacoalhando em uma poltrona.


Trem noturno com beliche. Prático e confortável.


Chegando no albergue, pra nossa sorte o recepcionista era brasileiro. Sãopaulino, mas ninguém é perfeito mesmo.

De qualquer maneira, nos deu altas dicas e de como usar o metrô.

Nosso albergue ficava localizado no charmoso bairro de Montmartre. Com acesso fácil a todas as atrações de Paris.

Antes de tudo, fomos comprar as passagens para Londres e tiramos fotos em frente ao Moulin Rouge.

Descansamos um pouco e fomos para Versailles, aproveitar que o bom tempo e o sol estavam nos acompanhando.

Estava um friozinho gostoso, mas com o dia ensolarado. Perfeito!


Versailles fica a uns 40 minutos de trem de Paris. Nós compramos um passe integrado para o trem e para o palácio.

Não precisamos dizer que parecia Ciudad de Leste em véspera de Natal. Cheio de gente e de ônibus.

Graças ao passe, não precisamos enfrentar filas.


Portão de entrada do Palácio de Versailles. Um luxo! Ui!


O palácio impressiona! Tudo com muito detalhe e muito chique! Pinturas de Luis XIV, Maria Antonieta e de toda a corte parisiense da época estavam espalhadas pelos gigantescos aposentos. Sem falar nas estátuas dos nobres! Resumindo, uma frescura sem tamanho!

Todo pedacinho de parede tinha um detalhe trabalhado. Realmente, o rei queria capricho quando resolveu levar a corte de Paris para lá.


Sala dos Espelhos. Onde aconteciam os "arrasta-pé" da nobreza.


Depois saímos e fomos visitar os jardins. Espetaculares por sinal. Espetaculares e gigantescos também. De perder de vista de tão grande.

Varias estatuas gregas, lagos, fontes, tudo o que tinham direito.


O jardinzinho vai até lá no fundão!


Nos jardins, visitamos o Grand Trianon e o Petit Trianon. Essas duas construções eram tipo uma residência particular de Luiz XIV e Maria Antonieta dentro dos jardins de Versailles.

Não é a toa que tanto luxo assim revoltou os burgueses que acabaram incitando o povo para a revolução.


Vista do Palácio a partir dos jardins. E não estávamos nem na metade do jardim.


Voltando de Versailles, passamos em um mercado e compramos nossos mantimentos básicos para o nosso jantar. Vinho, queijos camembert, gorgonzola e emental. Acompanhados de baguete, presunto e peito de peru defumado. Tudo nacional claro!


Finesse típica francesa.


No caminho para o albergue, já estava de noite e passamos pela rua Rouchechoart. Nessa rua ficam todas as sex shops, boates e casas de show de Paris. Inclusive a mais famosa de todas, o Moulin Rouge.

E se vocês pensam que a rua e mal freqüentada, enganam-se. Transitam por lá famílias com crianças, idosos, turistas, cachorros, etc.

Isso porque os luminosos não são nada discretos.


A zon... ops, o cabaré mais famoso do mundo!


No segundo dia, corremos logo cedo para a Torre Eiffel. Pegamos uma fila rápida e fomos ate o topo!

Não sabemos por que alguns parisienses criticam tanto esse monumento. Os turistas acham o Maximo!


Na fila pra subir na torre.


A vista de Paris em 360 graus e indescritível. Se tínhamos gostado das montanhas em Innsbruck, essa superou as expectativas.


Essa é a vista só do segundo andar da torre.


Vista do topo. O Arco do Triunfo parecia tão perto!


Um outro ângulo da torre. Visto do topo.


Pena que perdemos o resto do vinho nacional que tínhamos levado na mochila. Não e permitido subir com garrafas na torre. Vai que alguém joga uma lá de cima.

Descemos e fomos a um mercado próximo e compramos baguete e mais alguns petiscos para o nosso almoço. Inclusive outro vinho nacional.


Piquenique básico aos pés da Torre Eiffel! Tré chique!


Depois fomos andando pelas margens do Rio Sena, até o Louvre.

Claro, uma paradinha pra fotografar a Champs Elysee.


Louvre por fora...

No louvre fomos direto ao assunto. La Gioconda (vulgo Monalisa para os que nunca foram a Paris), claro. No caminho, esbarramos com obras como a Vitória de Samotracia, Vênus de Milo, escultura do Faraó Ramsés, pinturas de Picasso, Boticelli e Fra Angelico.

Muito legal ver as pinturas originais de Delacroix, como a Liberdade guiando o povo. Nos fez lembrar os livros de história, quando estudamos a revolução francesa.


... e por dentro. A Monalisa já era pequena, de longe então!


Sem falar em todos os artefatos e esculturas romana, gregas e egípcias.

Terminamos na Suméria, com fotos do código de Hammurabi. Uma das primeiras manifestações escritas sobre leis na história.

Só saímos porque tava na hora de fechar. Melhor assim, temos muito o que ver quando voltarmos.


Do Louvre, fomos direto a Basílica de Sacre Coer, também perto do nosso albergue.

A basílica fica numa colina e de lá tem-se uma vista privilegiada de Paris.

Ficamos sentados um tempinho apreciando o anoitecer sobre Paris.


Anoitecer sobre Paris. Vista de Montmartre.


No terceiro dia, corremos logo cedo para o Champs Eliseé e andamos até o Arco do Triunfo, depois fomos para Ile de la Cité para ver a Catedral de Notre Dame e suas gárgulas. Também assistimos um pedaço da missa, já que domingão e igual em todo lugar.


Champs Eliseés...


... e Arco do Triunfo.


Catedral de Notre Dame e a missa de domingão.


O marco onde ficava a Bastilha.


Tiramos fotos e fomos andando até a Bastilha, passando pelo Hotel Deville, a prefeitura de Paris.

Passeamos entre cafés e livrarias e comemos um crepe com Nutella. Não achamos nada demais. Era uma panqueca enrolada com nutella dentro.


Rio Sena. Le gran finale!


Fomos pro albergue buscar nossas coisas pra pegar o ônibus pra Londres e batemos um papo com um dentista de Curitiba que estava chegando ao albergue.


E isso ai pessoal. Três dias foram pouco pra Paris. Teremos que voltar, fazer o que?!


Um abraço a todos e um beijão pra Dona Lana que fez aniversario no dia 19 de outubro.


Até Londres.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Ja estamos em Londres!

Pessoal,

Finalmente um teclado que da pra entender!

Bom, ja estamos em Londres. Estamos podres de cansados.
Sao 6:30 da tarde e vamos dormir. A nossa viagem de busao pra ca foi uma aventura que voces nao imaginam!
Detalhes pra depois!

Amanha atualizaremos as noticias de Paris e Londres. Assim, finalizaremos a nossa Europatour.

Um abraco a todos e ate amanha.

sábado, 18 de outubro de 2008

Respostas aos novos comentarios

Juca, desculpe termos te equecido, mas voce ja se vingou. So vimos a sua dica sobre a loja em Barcelona ao lado da Sagrada familia quando ja estavamos em Roma. Deixa pra proxima.

Emerson, valeu pelas dicas. Serao muito uteis, principalmente para Londres.

Querida titia Nicinha, quer dizer que nao vai querer o iman de geladeira em forma de abridor de garrafa? Que desfeita!
Tambem estamos com muitas saudades!
E Anna, cuide pra que ela nao saia com esses esmaltes horriveis!

Dani, nem da pra piscar aqui. Piscou perde algum detalhe.

Branquela, nao vamos dar nenhuma dica. Voces que se virem!
E ve se cuida do Tuizinho.

Arthur e todos que perguntaram. A cegonha anda dando altos rasantes aqui!
Haja disposicao!

Baby, ja acabou a greve? Fala pro Dimitri que ja estamos em Paris, mas ainda nao achamos o Ratatuille!

Tio Luiz, tinhamos que trazer um google translator junto pra Austria e Alemanha. Comparado com ela, o frances e facil!

Moretti, manda esse povo trabalhar!!
Que absurdo! Ficam olhando a internet o dia inteiro! Por isso que essa obra nao anda!! Che cosa!! Ma che!! e outros resmungos a la Biguetti.

Oi Fran, que bom que esta gostando. Estamos aproveitando e muito!
Mande um abraco a todos ai.

Sheila, o insurso existe! Mas o engossao nao foi comprovado!

Dani e Sheila, se o Fabianinho ou a Clicinha vao sair nao sabemos, mas temos treinado muito!

Sao Jorge, vamos levar uns trocos pra voce em moedas de euro, pode ser?

Aldo, os sabores aqui sao tantos que precisamos de uma viagem gastronomica para degustar tudo.

Um abraco a todos e ate Paris!

Munique express!

Em Munique ja estavamos acostumados a nao entender nada do que estava escrito e com a simpatia alema! Além do frio, estava chovendo também!

Estacao Hostbhanhoff em Munique

De qualquer maneira nossa passagem seria rapida. Chegamos meio dia e nosso trem para Paris partiria 21 hrs.

Decidimos ir conhecer o campo de concentraçao de Dachau.
Como estavamos na estacao central, tudo partia de la. Levamos cerca de 40 minutos até chegar em Dachau, que fica nos arredores de Munique.

Pelo ponto de vista da historia, foi importantissimo visitar o Campo de Concentraçao mas contrastou com o alto astral da nossa viagem.
Dachau foi o primeiro campo de concentraçao na Alemanha e era modelo para os demais. Achamos melhor deixar os detalhes de lado, porque tudo la é impressionante e triste. Pela foto abaixo voces podem ter uma ideia da nossa impressao do lugar.

Dia feio e chuvoso pra combinar com o passeio!

Voltamos pra estacao e pra nao perder o costume, comemos pao com salsichao e muita mostarda! Muito bom! Outra delicia da viagem!

Nao tomamos cerveja, mas salsichao nao podia faltar.

Como nosso trem para Paris é noturno, vamos viajar em cabines com camas. Dividimos a cabine com uma japinha australiana e um alemao que mora em Paris. Muito gente fina os dois.

Trem noturno com cama!

Gute Nacht Munique!

Nos falamos novamente de Paris!

Das überraschend Innsbruck

Quem mandou reclamar!
Aqui em Paris o teclado e todo invertido. Uma zona total!

Mas vamos tentar escrever na medida do possivel!

Se jà tinhamos ficado em panico quando chegamos na Italia e nao entendiamos quase nada do que estava escrito nas placas, na Austria ferrou de vez! A sensaçao é que ficamos analfabetos de repente! Sem falar que o ingles deles é estranho pra gente. "Itzz dem dirdi zeven" (its 10:37).
Fora a simpatia! Yes e No!
E ta muito bom!

So dava pra entender a seta!

Tirando isso, Innsbruck e uma cidade bastante calma, limpa e organizada! Nao poderia ser diferente, com uma paisagem daquelas! Fica numa espécie de vale, com picos nevados por todos os lados!

Vista de uma das muitas "innsbrucks"


A cidade e cortada pelo Rio Inn, dai vem seu nome Innsbruck (ponte do rio Inn). Apesar de pequena e muito moderna, é engraçado como la pelas 6 da tarde, nao tinha quase nenhum carro na rua. Imagine o centro de Curitiba sem carros!
Pois Innsbruck é assim!

Chegamos por volta das 5 da tarde e fomos pro albergue. Muita subida com mochila nas costas!

Depois de instalados, fomos dar uma volta na cidade, comer alguma coisa e lavar roupa numa lavanderia perto do albergue. Foi até engraçado, porque a lavanderia era toda automatica. Isso mesmo! O que quer dizer que nao tinha ninguem pra orientar a gente e as instruçoes estavam em alemao! Tinha alguma coisa escrita em ingles e acabamos nos virando!

Decidimos mudar o nosso roteiro. Abortamos a missao Berlin e resolvemos ficar um dia a mais em Innsbruck e depois ir para Munique e ir direto para Paris!
Essa decisao foi tomada porque nao conseguiriamos ir de Berlim direto para Paris com o nosso passe de trem. O trem passaria pela Belgica e o nosso passe nao contemplava esse pais.

Sendo assim, resolvemos aproveitar o dia e as montanhas em Innsbruck!

Nao nos arrependemos! Compramos um passe integrado e subimos em uma estaçao de esqui em um bondinho muito legal!

Pegamos o teleférico e paramos na estaçao de esqui a 1905 metros de altitude. Esqui nao sabemos pra quem, porque neve nao tinha nenhuma! So muito frio e a vista mais espetacular da viagem até agora!
Os Alpes e Innsbruck bem no meio!
Demos uma voltinha nessa parada e descobrimos o bondinho que subia ainda mais. Fomos a 2200 metros de altitude!
Nesse ponto, era possivel ver a cidade de um lado (bem la embaixo) e do outro viamos os Alpes! Fantastico! Sem falar que o céu estava maravilhoso! Nem nos importamos de quase nao ter neve la. Foi incrivel mesmo!


Pouca neve, mas com uma vista dessas...


Descemos e o resto do dia fizemos um city tour pra ver a cidade.

Paramos no centro mesmo e fomos jantar. Achamos um restaurante bem simpatico com preços muito bons e o mais importante, tinha cardapio em ingles também! Maravilha, nao teriamos aue comer no Mac Donalds!


Das bier!

Pedimos um Schinitzel de porco e um outro prato muito bom, mas com o nome impronuciavel! So pedimos porque em ingles vimos que tinha frango, batata, bacon e cebola. Tudo frito numa frigideira de ferro! Muito gostoso!



Depois da janta fomos dar uma voltinha no calçadao deles, onde tinha um carro que vendia bratwurst (salsichao) com muita mostarda! Claro que tivemos que experimentar! Uma delicia! Isso porque ja tinhamos jantado!

Salsichao picado claro! (Ok, podem fazer piadinhas)


Voltamos pro albergue para arrumar as coisas porque nosso trem pra Munique sairia cedo no outro dia!

Noite agitada! Tudo fechado às 8 da noite!

Auf Wiedersehen e até Munique!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Prego Veneza!

Pessoal, a coisa tá piorando! O teclado aqui na Áustria nao tem o "cedilha" também e o Z fica entre o T e o U.

Mas vamos lá.

Veneza nos supreendeu por vários motivos.

Nao cheira mal como todos dizem. Chegamos lá achando que seria aquele fudum de água parada. Mas nao cheirava pior do que o centro de Curitiba em dia de chuva.

Se em baixa temporada tem aquela quantidade de turistas, imagine no verao! A Praca San Marco estava lotada. A basílica de San Marco tinha uma fila gigante!

Na primeira ponte que achamos tiramos foto.

E tudo lá é muito caro! Mas caro mesmo. Pra voces terem uma idéia, 1 hora de internet custa 8 euros. 15 minutos, saem por 2,50. Em Roma por exemplo, pagamos 1 euro por uma hora.
Todos voces nos devem um churrasco na volta por causa disso!

De qualquer maneira, é uma cidade belíssima. O seu charme está justamente em suas vielas estreitas, de construcoes antigas. E voce se perde mesmo, nao importa se tiver com o mapa na mao.

Cartao postal pra onde se olhe.



Por sua posicao privilegiada entre o oriente e a europa, existem muitas influencias. As construcoes tem um toque de ocidente e oriente. Os venezianos também eram muito ecléticos com povos de vários cantos do mundo. Desde a sua época próspera, no carnaval de Veneza os folioes usavam as famosas máscaras. Com tantas pessoas diferentes e mascaradas, nao é de surpreender que Casanova tenha passado o rodo por lá.

Variedade de máscaras é o que nao falta.

Ficamos num hotelzinho muito simpático, limpo e organizado. Muito perto da estacao de trem. A cidade é pequena também. Nem precisamos usar o vaporetto, fizemos tudo a pé mesmo. Perto do que andamos em outras cidades, Veneza foi tranquila.

A Piazza de San Marco, apesar de lotada de pombos e de americanos é muito legal. Enfrentamos a fila para entrar na Basílica de San Marco e valeu a pena. O teto, as paredes e até o chao tem mosaicos em estilo bizantino.

Basílica de San Marco e Il Campanario. Atrás dos pombos e dos turistas.

Do lado tem o Palacio Ducale. Nós nao entramos porque era muito caro e estava em reforma.
Na frente do palácio tem o famoso leao alado, simbolo de Veneza.
O Campanário também fica na Piazza San Marco. O Campanário atual foi reconstruído no comeco do século passado, mas mantém todas as características do original.

O leao alado, simbolo de Veneza.

Claro que nao poderiamos deixar de andar de Gondola! Pelos canais, o gondoleiro nos levou a alguns pontos históricos como a Ponte dei Suspiri, que liga o Palácio Ducale a Prisao. Casanova atravessou essa ponte quando foi preso. Passamos também pela casa que ele morou.
Também passamos pela casa de Marco Polo. Muito bem conservada!
Tirando o engarrafamento de gondolas, foi um passeio de muito glamour!

Passeio de gondola, com direito a pontos turísticos.

No final, o nosso gondoleiro Luca confirmou! A palavra "insurso" existe. Ele traduziu como sinonimo de estupido. Teve gente quase se jogou da gondola!

Casa onde morou Marco Polo.

O gelatto em Veneza também era maravilhoso! Melhor ainda pelo calor que estava fazendo. Teve uma vez que compramos em uma gelateria e quando acabou paramos em outra e compramos de novo. Realmente é bom demais!

Um gelatto atrás do outro!

Até pensamos em visitar a ilha de Murano, mas além de ser caro, as fábricas que antes recebiam visitas estao todas fechadas. Segundo o cara do nosso hotel, isso aconteceu por causa dos chineses.

Acreditem, a foto nao é montagem.

É isso aí. Veneza ficou para trás. Pegamos o trem para Verona e depois para Innsbruck.
Mais notícias em breve!

Um abraco a todos!